Quem passou, quem parou e por quanto tempo, em cada gôndola. Com as câmeras que a loja já tem, sem identificar ninguém.
O movimento por zona e por faixa de horário, não a entrada da loja.
De cada dez pessoas que passam pela gôndola, quantas param na frente dela.
Tempo médio de parada, comparável entre marcas na mesma gôndola.
Quem de fato passou pelo espaço vendido. Segue o padrão de medição de mídia em loja publicado pelo IAB em dezembro de 2024.
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O caminho óbvio seria cobrar de quem tem a câmera. Mas o varejo não tem orçamento de dado, e a indústria já compra espaço dentro dessas lojas todo mês.
Conecte as câmeras que já tem e receba o painel da própria loja. Não paga nada.
Cada zona medida vira inventário auditável: audiência medida para o espaço que hoje se vende sem prova.
Assine o comportamento agregado da sua categoria nas lojas de uma praça, em escada por número de lojas cobertas.
A loja já tem câmera. A diferença está no que cada sistema faz com a imagem.
O software da Vyra roda dentro da loja. A imagem é anonimizada antes de qualquer análise e o quadro é descartado logo depois. Só os eventos numéricos saem para a nuvem: alguém entrou numa zona, parou, ficou tantos segundos, saiu.
Não há reconhecimento facial no sistema, nem estimativa de idade, gênero ou emoção, nem vínculo entre uma pessoa e uma compra.
Uma demonstração de trinta minutos: as zonas que a Vyra mede, o que aparece no painel do varejista e o que a indústria assina.